Aprenda e entenda as capacidades visuais do aluno cego ou visão subnormal;
Identifique as características visuais que aumentam as funções visuais do aluno (cores, contraste, tamanho);
Coloque a carteira do aluno próximo a sua mesa, lousa e porta da sala de aula;
Reduza iluminações distrativas; coloque a carteira do aluno longe da fonte de luz e em lugar bem claro;
Permita que o aluno troque de lugar, aumentando as oportunidades de ver e ouvir; e assim, escolher qual lugar é melhor para ela (pergunte);
Abra e feche a porta completamente ( uma porta meio aberta pode ser um obstáculo perigoso);
Elimine barulhos desnecessários; não fale muito alto ( a dificuldade do aluno é na visão e não na audição), pois isso tende a aumentar o nível de barulho da sala de aula;
Elimine confusões na sala de aula, circule pelos corredores, entre as carteiras, demonstre interesse pelo que estão fazendo;
Coloque os materiais em locais determinados, de forma que os alunos saibam onde cada item em particular é, em geral, guardado ( comunique o aluno qualquer alteração);
Mantenha as programações rotineiras para que o aluno saiba o que esperar no dia e na hora específicos;
Oriente seus alunos usando seus primeiros nomes para obter sua atenção;
Não saia da sala de aula sem avisar o aluno;
Explique as regras implícitas e explícitas para conduzir a turma, dentro e fora da sala;
Estimule os alunos com deficiências visuais a expressar suas necessidades visuais;
Repita oralmente as informações escritas na lousa, projeção ou vídeo. Lembre-se de que ampliações nas imagens projetadas não são úteis para todos os alunos cegos ou com baixa visão;
Prepare impressos ampliados ou em Braille ( solicite à professora da Sala de Recursos), quando propor atividade completares aos cadernos do aluno ampliados;
Incentive o aluno a usar o “caderno do aluno ampliado” (a escola pode produzir), é recurso público destinado a ele;
Grave em áudio as aulas, para que os alunos possam usar como apoio nos estudos em casa;
Selecione atividades em cores brilhantes e contrastantes para os alunos que se beneficiam desse recurso visual (amarelo sobre o roxo/ preto sobre laranja) e uso de canetas de ponta grossa;
Procure o especialista na área da deficiência visual (professora da Sala de Recursos) ou a equipe da Educação Especial.
Fonte: http://especialdeadamantina.wordpress.com/author/leilakanada/
sábado, 23 de fevereiro de 2013
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Hora de explorar!
Ensinar é saber como os alunos
aprendem e procurar os recursos necessários para que os alunos cheguem a
aprendizagem com eficiência.
As atividades abaixo foram
realizadas com uma moça linda, esperta, simpática, hábil, inteligente, onde o
olhar está no coração, nos ouvidos, no olfato, no tato e nas outras formas que
Deus nos deu para ver quando a visão não é fruto dos olhos. Sendo estimulados
os diferentes sentidos.
Explorando o arco e flecha
no dia do índio.
Fantoche de caixinha de leite, estimula a coordenação motora e a noção de espacialidade.
Trabalho realizado no projeto Monteiro Lobato com o personagem Rabicó.
Jogo da memória tátil, desenvolve a concentração e a atenção.

Ao assinar seu nome com o próprio punho, utilizando a escrita cursiva as pessoas cegas podem exercer sua cidadania uma vez que o Sistema Braille não proporciona a consciência de individualidade.

O exercício sensorial permite através do jogo da memória olfativa estimular a mente para ter atenção em diversos acontecimentos ao nosso redor.
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