sábado, 23 de fevereiro de 2013


  1. Aprenda e entenda as capacidades visuais do aluno cego ou visão subnormal;

  2. Identifique as características visuais que aumentam as funções visuais do aluno (cores, contraste, tamanho);

  3. Coloque a carteira do aluno próximo a sua mesa, lousa e porta da sala de aula;

  4. Reduza iluminações distrativas; coloque a carteira do aluno longe da fonte de luz e em lugar bem claro;

  5. Permita que o aluno troque de lugar, aumentando as oportunidades de ver e ouvir; e assim, escolher qual lugar é melhor para ela (pergunte);

  6. Abra e feche a porta completamente ( uma porta meio aberta pode ser um obstáculo perigoso);

  7. Elimine barulhos desnecessários; não fale muito alto ( a dificuldade do aluno é na visão e não na audição), pois isso tende a aumentar o nível de barulho da sala de aula;

  8. Elimine confusões na sala de aula, circule pelos corredores, entre as carteiras, demonstre interesse pelo que estão fazendo;

  9. Coloque os materiais em locais determinados, de forma que os alunos saibam onde cada item em particular é, em geral, guardado ( comunique o aluno qualquer alteração);

  10. Mantenha as programações rotineiras para que o aluno saiba o que esperar no dia e na hora específicos;

  11. Oriente seus alunos usando seus primeiros nomes para obter sua atenção;

  12. Não saia da sala de aula sem avisar o aluno;

  13. Explique as regras implícitas e explícitas para conduzir a turma, dentro e fora da sala;

  14. Estimule os alunos com deficiências visuais a expressar suas necessidades visuais;

  15. Repita oralmente as informações escritas na lousa, projeção ou vídeo. Lembre-se de que ampliações nas imagens projetadas não são úteis para todos os alunos cegos ou com baixa visão;

  16. Prepare impressos ampliados ou em Braille ( solicite à professora da Sala de Recursos), quando propor atividade completares aos cadernos do aluno ampliados;

  17. Incentive o aluno a usar o “caderno do aluno ampliado” (a escola pode produzir), é recurso público destinado a ele;

  18. Grave em áudio as aulas, para que os alunos possam usar como apoio nos estudos em casa;

  19. Selecione atividades em cores brilhantes e contrastantes para os alunos que se beneficiam desse recurso visual (amarelo sobre o roxo/ preto sobre laranja) e uso de canetas de ponta grossa;

  20. Procure o especialista na área da deficiência visual (professora da Sala de Recursos) ou a equipe da Educação Especial.

    Fonte: http://especialdeadamantina.wordpress.com/author/leilakanada/

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Hora de explorar!



Ensinar é saber como os alunos aprendem e procurar os recursos necessários para que os alunos cheguem a aprendizagem com eficiência.

As atividades abaixo foram realizadas com uma moça linda, esperta, simpática, hábil, inteligente, onde o olhar está no coração, nos ouvidos, no olfato, no tato e nas outras formas que Deus nos deu para ver quando a visão não é fruto dos olhos. Sendo estimulados os diferentes sentidos.

 

                                         Explorando o arco e flecha
no dia do índio.







 

Fantoche de caixinha de leite, estimula a coordenação motora e a noção de espacialidade.








Trabalho realizado no projeto Monteiro Lobato com o personagem Rabicó.






Jogo da memória tátil, desenvolve a concentração e a atenção.







Ao assinar  seu nome com o próprio punho, utilizando a escrita cursiva as pessoas cegas podem exercer sua cidadania uma vez que o Sistema Braille não proporciona a consciência de individualidade.





 












 O exercício sensorial permite através do jogo da memória olfativa estimular a mente para  ter atenção em diversos acontecimentos ao nosso redor.